Quarta-feira, Junho 22, 2011
Nenhuma linhazinha de inspiração.
Só a noite, cheia dos seus barulhos, as janelas acesas, meia luz de uma tv ligada.
Quem foi que imaginou onde as coisas chegariam?
E depois de tanto caminho, manter o passo, entender o passo, deixar os sapatos furados pra trás.
A gente mal sabe das coisas e o resto é mistério, como mulher que já foi mãe que esconde de uma mulher grávida que amamentar dói.
Amar dói também.
Mas uma coisa, como a outra, melhor não passar sem.
Quarta-feira, Junho 15, 2011
O amor morreu.
Morreu jogado na cama, empurrado, sufocado, largado, insultado.
Morreu sem ar, morreu estático, morreu perplexo, chocado, humilhado.
Morreu com medo, violentado, esquecido, ignorado.
O amor morreu indigente, vazio, sozinho.
Morreu sem voz.
O amor morreu.
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